segunda-feira, 11 de maio de 2015

Receita para matar um homem





José Saramago, DESTE MUNDO ME DO OUTRO, ED. Caminho, 2010

Receita para matar um homem (pág. 155)


Nesta crónica Saramago faz uma crítica à sociedade que “constrói” o homem automatizado, não consciente, classificado, rotulado,  parecendo que a cor da pele não tem importância e no final só a morte é igual para todos, embora se possa morrer de muitas maneiras.
Igual para todos? Não. Tomando o exemplo de Luther King , “ que era um homem como qualquer um de nós”,  a espingarda  veio-nos lembrar que afinal “a cor da pele tem muita importância”, isto é, morreu por ser negro e ser líder do movimento de emancipação dos negros na América!





Manuel Rodas, Nov. 2012

Sem comentários:

Enviar um comentário

Seja crítico, mas educado e construtivo nos seus comentários, pois poderão não ser publicados. Obrigado.