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sábado, 5 de janeiro de 2019

Por Soajo

Já se encontra disponível na Biblioteca Nacional o livro POR SOAJO, de José de Sousa Rodas. É um livro que reune textos sobre a vida do autor e todas as crónicas, sobre Soajo e publicadas no Jornal A VANGUARDA, de Arcos de Valdevez, entre os anos 50 e 70 do século XX Quem quiser saber a história de Soajo no Sec. XX, terá obrigatoriamente de o ler e consultar.
A publicação deste livro pela Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, em 2018, inclui-se numa homenagem ao autor, pelo centésimo ano do seu nascimento, 1918-2018. A todos que contribuíram para esta edição, muito obrigado!
O livro encontra-se à venda na CASA DAS ARTES, em Arcos de Valdevez e para consulta na Biblioteca Nacional, em Lisboa!

BOAS LEITURAS!


quarta-feira, 31 de outubro de 2018

A responsabilidade dos pais


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Excerto do futuro livro de José de Sousa Rodas, integrado nas comemorações do seu centenário 1918-2018

Foram incluídas nesta edição os textos publicados nas crónicas, referentes à educação moral e sexual dos filhos, pela clareza e frontalidade como foram tratados estes temas, que ainda hoje, passado mais de meio século, são motivo de polémica e de fractura na sociedade e na moral conservadora vigente.

 A responsabilidade dos pais
 É hoje muito frequente, verem-se os filhos proferir palavras indecentes, com o inteiro consentimento, ou pelo menos com a maior indiferença por parte dos pais. Isto não está certo. É um abuso, é uma ofensa não só à moral pública como ainda um mau costume, que urge ser reprimido. É mais que certo que todas as crianças devem saber os nomes dos órgãos sexuais e o modo de deles cuidar, as- sim como sabem os nomes de quaisquer outras partes do corpo, contan- to que o ensinamento seja feito pela pessoa devida e no adequado tempo e lugar. Essa informação precisa deve ser dada à criança em tenra idade pelos pais, tutores, professores ou médicos. Se isso se negligencia, por ignorância ou falso pudor, ideias erróneas da natureza e fim da função sexual serão certamente fornecidas num período mais tardio por pessoas ignorantes e, possivelmente, mal-intencionadas, com os correspondentes maus resultados. A nenhuma outra responsabilidade da longa lista de deveres paternais se esquivam os pais com tanta frequência. Por isso, o resultado está à vista [1]
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A fim de auxiliar a esclarecer os assuntos sexuais à criança, os pais podem desejar dar-lhes livros explicativos. É importante que esses livros sejam convenientes para a criança e se ajustem às suas necessidades em relação com as suas próprias experiências quotidianas. Os pais devem fazer todos os esforços para descobrir o que se passa no espírito da criança e não deve haver evasiva a quaisquer perguntas. O sexo é um factor central da vida e há urgente necessidade de declarar compreensão deste assunto, que tanto afecta todos os membros da sociedade. Ser-se afectadamente pudico é disparatado e piegas. É necessário desprezar aquilo que se chama «pudor fictício», quando estão em jogo a imediata paz de espírito e felicidade futura da criança. Os pais concedem-lhes tantas liberdades e abusos noutros aspectos, como consentirem que andem escandalosamente vestidos, que profiram «palavrões», etc., e não os instruem no que tanta falta lhes faz no futuro.[2]
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A informação específica que os pais dão a seus filhos sobre o que diz respeito ao sexo não é tão importante como a atitude que eles próprios criam em relação ao sexo desde os primeiros dias da criança. Não é o que dizem, mas como o dizem, que é significativo. O assunto do sexo deve ser extirpado do mistério mórbido e enganador de que a tradição tolamente rodeou. De contrário, a primeira lição que a criança aprenderá sobre o sexo é de que está associado à ideia de vergonha. Deve ser considerado com o mesmo espírito com que se estuda a higiene dos aparelhos digestivos ou circulatório. Então, será possível ensinar sobre a função sexual de modo natural, sem excitar indevida e doentia curiosidade. Preparai os vossos filhos para enfrentarem o futuro, sem rodeios nem peias, tal qual ele se apresenta, embora sempre dentro da verdadeira e competente moral. Procurai reprimir-lhes o uso e abuso de palavrões indecentes e o exporem-se com vestuários indecorosos e impróprios de sua idade. [3]
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O pedagogo Dr. George E. Gardner dá aos pais, como instrutores de sexualidade, alguns conselhos valiosos. Escreve ele: «Empreguem sempre as palavras correctas e científicas para designar as áreas anatómicas que se discutem com a criança. Sejam tão naturais e práticos quanto possível ao dar informações sobre o sexo. O que se diz à criança sobre o sexo deve ser a verdade e só a verdade. Embora se deva dizer a verdade e apenas a verdade às crianças em resposta às suas perguntas, não é necessário dizer-lhes toda a verdade sobre problemas sexuais, ao mesmo tempo em qualquer altura. Não se deve supor que a criança vai passar pela escola... sem encontrar respostas às suas perguntas em conversa com os companheiros e amigos. Não usem a vida sexual dos animais e plantas como meio de fornecer à criança informações no que diz respeito à fisiologia e anatomia humanas. As respostas evasivas, na intenção de adiar a explicação temida pelos pais, não fazem bem, podem ter por consequência um mal inesperado. Conquistando a confiança da criança, não só poderão andar informados das suas acções, mas também preservá-la de procurar ou até mesmo escutar maus conselhos. É perfeitamente natural que a criança deseje saber alguma coisa da vida, e de como os seres humanos vêm ao mundo». [4]
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Muito se tem dito do mal causado pela masturbação ou abuso da função sexual. Esse mal tem sido propositadamente exagerado por charlatães que, com suas próprias razões egoístas, actuam sobre os terrores das suas vítimas. A mas- turbação ou abuso dos órgãos sexuais na criança é geralmente devida ao quase criminoso descuido ou ignorância dos pais. Em vez de inspirarem preocupações na criança, como muitos pais fazem, devem tentar auxiliá-la a vencer o hábito, por meio de ensinamentos carinhosos e judiciosa supervisão. Deste modo, não resultará perigo sério para a criança. O ensino oposto é o do curandeiro, que profetiza toda a espécie de males imaginários, incluindo perda completa da função sexual e demência. Toda a perturbação real ou imaginária da função sexual em si está extremamente sujeita a conduzir a depressão e inquietação mentais. É essencial, portanto, uma perspectiva animadora ao inspirar um esforço para corrigir maus hábitos. Tal perspectiva é, na verdade, absolutamente garantida em relação ao completo restabelecimento, na maioria dos casos, do jovem que abusou dos seus órgãos sexuais. É triste, todavia, que a prática da masturbação seja geralmente nos jovens, pelo menos nos rapazes, resultante do insucesso dos pais em exercer a devida fiscalização sobre a educação sexual dos seus filhos. [5]





[1] Crónica de 21.8.1966, in Por Soajo, Câmara Municipal Arcos de Valdevez, 2018
[2] Crónica de 18.9.1966, in Por Soajo, Câmara Municipal Arcos de Valdevez, 2018
[3] Crónica de 30.10.1966, in Por Soajo, Câmara Municipal Arcos de Valdevez, 2018
[4] Crónica de 30-10-1966, in Por Soajo, Câmara Municipal Arcos de Valdevez, 2018
[5] Crónica de 3-11-1966, in Por Soajo, Câmara Municipal Arcos de Valdevez, 2018

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Em Soajo, há...


 Árvores altas, como torres!

 Há mochos, à espera...

 Há flores lindas...
 com picos longos!


Mas há também água que corre,

 nos regos e levadas...
 ... e há uma santa da Ladeira,


 à mistura com víboras!
Por isso, é que eu gosto de Soajo!
Das pessoas e da serra, dos ares e da água
das comidas e do vinho
dos cantares e festas
das romarias e danças!

E tu?

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Todos os nomes ( Aos autores com problemas de nomes para as suas personagens)

Paradela
Nesta aldeia como noutras terras, as pessoas tinham os nomes de baptismo, Manuel, Maria, João, etc. A esses nomes o tempo ia acrescentando nomes de família, caracteristicas pessoais ou referência dum local com eles relacionado.
Por exemplo, havia as pessoas que só transportavam o seu nome: Ti Abílio Morgado, Ti José Rodas, Tia Adelina, Ti Joao Martins, Ti Lizia, Tia Delfina, Ti Pinheiro, Ti Guilhermino, Ti Manuel Rodas, Ti Firmino Martins, Ti Diogo, Ti Xico, Tia Marcelina, Ti Mário Correia, Tia Custódia, Ti Rego, Tia Mineira, Ti Casimiro Cachez, Ti Félix, Ti Joao Morgado, Tia Maria Martins, Ti Capela, Ti Ze Rego ,Ti Xaxo, Cabo Alves, Ti Manuel Canado, Ti Manuel Rodas, Ti Luis Guiço, Ti Moreira,Ti Prodêncio Lima, Germano Rodrigues, Adolfo Rodrigues, Ti Silvareira, Ti Fagulhas, Ti Rosa Lima, Ti António Martins, Tia Russa, Tone Russo, Albino, Fernando Palmiro, Manuel Palmiro, Ti Joao Palmiro, Tia Barqueira, Tia Rosa Rega, Manuel Curto, Tia Cidade, Ti Plaino, Tia Maria Plaina, Tia Filomena, Ti Joao Rodas, Tia Maria Curta e Tia Codessa.
Um segundo grupo de nomes de pessoas reunia aqueles que lhe acrescentavam caracteristicas pessoais: Ti Joaquim Grande, Ti Joao Palouco, Ti Abílio Maneta, Ti Marreco, Xico Esparguete, Ti Joao Pequeno, Ti Arrobas e Ti António (Mudo).

Um terceiro grupo herdava os nomes de terras ou locais relevantes para a sua história pessoal ou porque habitavam nesses locais: Ti Luis da Quelha, Ti Manel da Quelha,Ti Maria da Quelha, Ti Domingos do Regueiro, Ti Rosa do Regueiro, Ti Maria do Campo, Ti Maria das Langes, Ti Angelina da Eira, Ti Joao Da Eira. Também aqui cabiam aqueles que ou eles ou os seus ascendentes tinham vindo doutras aldeias: Ti Teresa de Rouças, Ti Vila Nova, Ti Angelina da Varzea, Ti Maria da Varzea, Ti Rosa da Varzea, Ti Maria Gavieira, Ti Rosa do Campo, Ti Maria de Soajo, Ti Rosa de Cunhas,
A Ti Lurdes, apesar de ser irmã da Ti Angelina da Várzea, da Ti Maria da Várzea e da Ti Rosa da Várzea, não ganhou o apelido da Várzea, sabe-se lá porquê?!


Outro conjunto de nomes de pessoas transportava consigo a herança familiar. Eram os últimos representantes duma cadeia familiar e o nome continha esse património, como raízes da mesma floresta: Ti Rosa do Albino, Deolinda Fagulhas, Ti Manel da Lizia, Ti Deolinda Capela, Ti Manel do Albino, Ti Teresa do Albino, Ti Rosa Dioga, Ti Manel Garrano, Ti Manel do Xico, Ti Antonio do Xico, Ti Rosa do Xico,Ti Manel da Luzia, Ti Maria da Tiana, Maria da Julia, Joaquim da Julia, Ti Rosa Gardeja, Ti Serafim Gardejo, Ti Maria do Firmino, Ti Maria Bendeira, Olivia Bendeira, Ti Maria do Abílio, Ti Maria Xaxa, Ti Gatunhas, Ti Rosa Gatunhas, Ti Maria Forneira, Ti Cacheza, Rosa da Cacheza, Ti Rosa do Cachez, Maria do Cachez, João Cachez, Ti Domingos Afonso, Ti Maria Afonsa, Tia Maria Moreira.

Normalmente os filhos recebiam o nome dos pais, mas alguns eram os pais que recolhiam o nome dos filhos: Mae da Ti Cidade.

A Ti Ana do Correio era a única cujo nome se ralcionava com a sua actividade diferenciada dos demais: ia buscar e levar o correio, a Soajo inicialmente e a Lindoso, mais tarde!

Manuel Rodas
Oeiras, 24 de Nov. 2014

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

O Juiz de Soajo esteve na Amadora!

Foi no dia 3 de fevereiro que o Juiz de Soajo apareceu na Bedeteca da Amadora, na Biblioteca Piteira Santos.
O evento contou com a presença do autor, José Ruy, do Vereador da Cultura da Camara Municipal da Amadora, do editor Eduardo Lopes e do convidado Manuel Rodas.
O tema da conversa foi Soajo e o Juiz de Soajo. Veja aqui:



A TV da Amadora esteve presente e podem ver em 


http://www.tvamadora.com/Video.aspx?videoid=2934

A todos muito obrigado! 
Viva Soajo! 





Foi  assim que surgiu o Juiz de Soajo!








Um dia estava na Brandoa, na Amadora e acompanhei dois alunos meus com Necessidades Educativas Especiais na sua turma onde o José Ruy, autor de Banda Desenhada ia ensinar aos alunos como fazia os seus livros de Banda Desenhada.
Quando entramos já ele estava a falar com o seu ar sereno e cabelos romanticamente brancos e compridos.
Os alunos e eu ouvíamos extasiados as palavras do mestre e acompanhávamos o seu sorriso nos gestos largos e ternurentos do sonhador. Ele explicava como tinha feita o livro de Banda desenhada sobre a Amadora, Levem-me nesse sonho! Ora fazia desenhos no quadro, ora mostrava as páginas com a sinopse, o esboço dos desenhos por página, as "falas" em separado e finalmente as páginas a cores!
Nós íamos acompanhando, de boca aberta e óhs e óhs sucessivos de espanto!
E foi assim que a ideia surgiu:
E se ele fizesse uma história semelhante sobre Soajo?
E de repente algo se alterou em mim: Onde ele falava da Amadora, eu passei a ouvir Soajo! E quando dizia Porcalhota, eu ouvia Eiró! E quando falava da imigração para Amadora dos alentejanos e pessoas do interior e caboverdeanos, eu ouvia emigração dos soajeiros, primeiro para Lisboa e Sintra e depois Américas e Franças! Quando falava dos moinhos de vento, eu escutava as mós dos moinhos de águas claras e frias de Soajo!
Através dele tinha regressado a Soajo, numa viagem inimaginável de transculturalidade!

No final da sessão fui reconhecer o meu entusiasmo e agradecer a sua disponibilidade. Não resisti e de imediato propus-lhe que fizesse uma história semelhante sobre Soajo, e ele talvez remotivado pelo meu entusiasmo, disse logo que sim.

Combinamos um encontro posterior para aprofundar melhor a ideia.

Claro que esta ideia nunca mais me largou. Possessiva e poderosa!
Assim ficou combinado. Ele comprometia-se a fazer o projecto,  com a Editorial Notícias, desde que a Junta de freguesia ou a Camara Minicipal se comprometessm  a adquirir 3000 exemplares (?).  Como a seguir vinham as férias e eu me deslocava em visita a meus pais, falaria com aJunta, sendo o Presidente o Prof. António Enes e o Secretário, o Prof. Joaquim Enes!
Convencer o Presidente deste projecto não foi fácil. Tinha muitas resistencias, nomeadamente como justificar aos eleitores, gastar tanto dinheiro em livros...de bonecos! Tentava convencê-lo que seria importante fixar em livro a nossa história e disponibilizá-la aos jovens para que conhecessem e tivessem orgulho na nossa terra, uma vez que a maior parte residia no estrangeiro e até poderia oferecer um livro aos vizinhos ou colegas doutras nações. Eles tinham uma terra com história! Eles tinham história, tinham passado e teriam futuro, onde quer que estivessem!

Com a ajuda do Prof. Joaquim Enes, que rapidamente aderiu ao projecto e argumentava que era importante para Soajo e o dinheiro gasto era facilmente recuperado porque as pessoas iam aderir, prontificando-se logo a estabelecer os contactos necessários como José Ruy, para o apoio que fosse necessário, quer logístico, quer de enquadramento e contexto cultural.
 Por fim, o projecto seguia em frente, eu e o Prof. Joaquim Enes demos o apoio que nos foi solicitado pelo autor, o António Neto disponibilizou-se para acompanhar o autor pela serra, com a sua máquina fotográfica e fixar os quadros necessários para a realização da obra.
Pediu-se ao Prof. Luís Barbosa que fizesse uma apresentação breve do trabalho e finalmente  o livro foi um êxito e rapidamente desapareceu, ficando esgotado nas prateleiras da Junta de Freguesia.
O meu irmão disse-me que quando comprou o livro não conseguiu adormecer sem o ler todo duma vez! E como ele ...outras pessoas sentiram o mesmo. Como residia na Amadora não pude acompanhar de perto o entusiasmo suscitado, mas lembrei-me que o Prof. Joaquim Enes conhecia bem os soajeiros. Perante uma proposta válida, com a qual se reconheçam e identifiquem, eles adererm com alma e coração! Afinal não somos todos assim?
Recordo-me da surpresa que tive no meu tempo de estudante, no início dos anos 70, numas férias, penso que de Natal, os estudantes e outros jovens organizaram em 4 ou 5 dias um teatro, tipo Variedades, na Casa do Povo. Eu tinha a impressão que podia ser bonito, mas para estudantes... As pessoas não iam deixar as suas casas para virem à Casa do Povo verem umas facécias de estudantes desocupados...
Para surpresa minha a sala encheu, ficou à cunha!
Razão tinha o Prof. Joaquim Enes. "Aqui as pessoas estão ávidas de bens culturais!"
E volto a perguntar: Afinal não somos todos assim?


Como o José Ruy organizou o seu trabalho?
Primeiro faz a sinopse do que iria ser o livro:


Em seguida fez a planificação das páginas!


Iniciou de seguida o esboço dos desenhos de cada página...


Bem como as respectivas falas, que mais tarde, desenhadas em acetato se iriam sobrepor aos desenhos!

Obtendo-se, deste modo, o resultado final:



E finalmente a capa!


Neste ano de 2014, na comemoração dos 500 anos da atribuição do foral a Soajo por D. ManuelI,  a Camara Municipal de Arcos de Valdevez resolveu - e muito bem - reeditar a obra, através da Âncora Editora e oferecê-la a todas as crianças do concelho! Das comemorações parece-me que vai ser a única homenagem material, palpável e duradora!

E fico a recordar esta viagem da Amadora até Soajo! O valor das idéias e das gentes! 



OBS. Neste verão voltei a encontrar a confirmação do veredito do saudoso Prof. Joaquim Enes ""Aqui as pessoas estão ávidas de bens culturais!" 
Que saudades, amigo! E como irias sorrir ao veres a confirmação de tantas conversas feitas!
Confirmei a adesão e entusiasmo dos soajeiros na apresentação do livro de meu pai José de Sousa Rodas, por mim organizado e editado, POR SOAJO



 Afinal não somos todos assim?


Oeiras, 15-10-2014

Notas

http://lendobd.blogspot.pt/2014/12/one-shots-jose-ruy.html
http://jogodopau.tumblr.com/post/105219037179/o-jogo-do-pau-na-historia-do-soajo-aos
http://bloguedebd.blogspot.pt/2014/09/breves3.html
http://agaragem2014.blogspot.pt/2014/09/o-juiz-de-soajo-de-jose-ruy-reeditado.html
http://bongop-leituras-bd.blogspot.pt/2014/09/lancamento-ancora-o-juiz-de-soajo.html?spref=fb
http://kuentro.blogspot.pt/2014/09/foi-reeditado-o-album-o-juiz-de-soajo.html
https://bandasdesenhadas.wordpress.com/tag/jose-ruy/
http://www.circuloarturbual.pt/?avada_portfolio=jose-ruy\
http://biblobd.blogspot.pt/2013/09/quadriculografia-de-jose-ruy-em-album.html